quarta-feira, 10 de julho de 2013

Padre Paulo Ricardo - Comissão de Direitos Humanos

"Não somos vaquinhas de presépio, mas uma militância sólida, cristã e conservadora, porque queremos conservar o patrimônio cristão deste país". 

Foram com essas palavras que o Padre Paulo Ricardo finalizou sua participação na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, na tarde de hoje, 10 de julho. A mensagem soa como um recado à Presidente Dilma Rousseff e a todos os parlamentares do Brasil que foram eleitos para representar o povo e não os interesses de fundações estrangeiras. Pelo direito à vida e pela soberania brasileira dizemos NÃO ao Projeto de Lei 03/2013 e a toda cultura da morte que circula neste país. Assista à gravação e manifeste-se você também.



sexta-feira, 5 de julho de 2013

Papa Francisco e São Miguel Arcanjo







Hoje, nos Jardins do Vaticano, próximo ao Palazzo del Governatorato, ocorreu, na presença do Papa Francisco, a inauguração de um novo monumento a São Miguel Arcanjo e a consagração do Estado da Cidade do Vaticano a São José e a São Miguel Arcanjo. Pouco antes do início da cerimônia, havia chegado ao local o Papa Emérito, Bento XVI, convidado pelo Papa Francisco.

Papa Francisco afirmou, que a consagração a São Miguel era “uma iniciativa já planejada há tempos, com a aprovação do Papa Bento XVI”. E prosseguiu: “Miguel — que significa ‘Quem como Deus?’ — é o campeão do primado de Deus, de sua transcedência e poder. Miguel luta para reestabelecer a justiça divina; defende o Povo de Deus de seus inimigos e sobretudo do inimigo por excelência, o diabo”.

Rezemos:

São Miguel Arcanjo, defendei-nos neste combate, sede a nossa guarda contra as maldades e ciladas do demónio. Instante e humildemente vos pedimos que Deus sobre ele impere. E vós, Príncipe das Milícias Celestes, com esse poder divino, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Amém.



CARTA ENCÍCLICA LUMEN FIDEI

DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCOAOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A FÉ

1. A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz", foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».[1] Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».[2] A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso.


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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Quem pensa não casa!




Gustavo Corção



Há um provérbio de aparência imbecil que diz assim: “Quem pensa não casa.” É costume ver nesse provérbio o encorajamento para se ficar, durante a vida inteira, fechado numa prudência burguesa. Pensar, nesse caso, quer dizer: calcular despesas, prever doenças, avaliar a liberdade perdida em confronto com os novos encargos contraídos. Quem pensar assim não casará; resta-lhe a sabedoria negativa do provérbio para consolo. Não casa, mas pensa. É livre e pensa; é uma espécie de livre-pensador.

Através desse sentido comodista, o provérbio encerra uma advertência e sugere que é melhor casar do que ficar pensando. Quando um sujeito, nos caprichos da vida, encontra moça que acha de sua feição e que lhe corresponde, tem essa alternativa: escolher ou pensar. O escolher é precedido, evidentemente, de um certo pensar; é de toda prudência que se conviva com a moça, que se converse, que se observe umas tantas coisas, antes de decidir a escolha. O homem é dotado de razão também para casar e deve aplicá-la na justa medida.

A tarefa não é fácil. A moça se esconde através de certas manobras que, no dizer de muitos autores, lhe moram nas glândulas. O pretendente pode estar certo que ela mudará enormemente; não é assim como agora se ri que ela vai rir: não é disso que hoje chora que vai chorar. Seus gestos serão diferentes, sua forma se alterará, e sua própria voz, que tanto agrada hoje, será mais cheia e mais dura no difícil cotidiano. O mais atento leitor de um Bourget ou de um Montherlant se enganará redondamente se quiser fazer previsões psicológicas sobre a esposa escondida na noiva. Assim sendo, é justo que se pense e razoável que se cogite.

Mas num certo ponto do conhecer é preciso decidir. Ou escolhe, abrindo mão nesse único ato de todas as outras moças, entregando-se totalmente, correndo todos os riscos, agüentando todas as conseqüências, querendo desde já no seu coração agüenta-las, tendo confiança, pelo pouco que sabe, no muito que desconhece, trocando generosamente o pouco pelo muito, empenhando a vida inteira a vir em cima de alguns meses que já passaram; ou então continua pensando. E se pensa não casa. Não casa porque pode passar a vida inteira pensando. Sondando; sopesando; excogitando.

Conheço diversos casos assim, de namoros tristes que duraram mais de vinte anos: o noivo pensava. Num caso desses, em vez de festa de núpcias, houve luto, porque o noivo morreu pensando...

Na catequese antiga, conforme o texto da Doutrina dos Doze Apóstolos, havia menção de dois caminhos: o caminho da Vida e o caminho da morte. Terminava um em núpcias; outro em luto. Era preciso escolher. Mas não devemos de forma alguma pensar que uns escolhiam o caminho da Vida e outros o da morte, como talvez se possa depreender que aconteceu nas margens do Ipiranga. Ninguém efetivamente escolhe o caminho da morte; mas entram por ele os que não querem escolher. Morrem por não quererem morrer; perdem a vida porque a querem guardar. Foi o que aconteceu com aquele noivo infeliz que morreu pensando; pensando e guardando; e tanto guardou que perdeu.

O encontro, por si só, não dá noivado. O tempo traz a confiança que é a dilatação do encontro; mas a confiança só também não se resolve em noivado. A decisão final cabe a um ato de amor, a uma entrega; e como é ato de entrega parece morte, mas é vida. Depois do encontro, começa o pretendente a considerar, se possui um robusto senso comum, que é mais razoável casar com uma moça do que viver e morrer por uma causa, ou cair apaixonado pela humanidade inteira. Em seguida, precisa ter um certo senso lúdico para namorar com ingenuidade e sem complicados cálculos psicológicos. Nada disso porém resolve seu caso, se aquele senso do outro não estremece com amor e com fome, se não é um pobre na sua carne e um pobre de espírito, isto é, se não precisa da carne do outro e do espírito do outro, se não é, em suma, capaz de dar e de receber, se não decide, uma vez por todas, morrer, para viver nos braços amorosos de uma noiva feliz.

Não adiante ficar pensando indefinidamente, porque a pessoa do outro é inesgotável diante do cogitar. Por mais que faça, não é possível entrar na equação do outro, totalmente, com o sinal do conhecer. A pessoa só pode somar-se à pessoa com o sinal da cruz; conhece-a de modo eminente amando-a e crucificando-se nela.

Há uma escolha mais decisiva do que todas: um noivado que importa mais do que nenhum, que exige muito, porque promete uma esposa sem mancha e sem ruga. Tudo pode concorrer para o encontro; mil vezes se renova esse encontro, crescendo em insistência e em significação. Nossa pobre natureza tem, no mais fundo dos abismos, os recursos fundamentais para desejar e reconhecer, para anelar por esse encontro. Tem sede de eternidade; tem inteligência configurada para a Pessoa; tem a pobreza profunda do namorado. A confiança cresce à medida que cresce o conhecimento; a noiva chama; todos os santos rezam em coro; um dilúvio de méritos vem, do céu e da terra, molhar as raízes ressequidas de nosso cogitar. Tudo isso será perdido se de nossa parte recusamos a escolha. Há um momento, entrando pela eternidade, que resolve se haverá festa ou luto. Ou casamos ou pensamos. Ou fazemos penitência, ato de reconhecimento e de amor, ou prolongamos indefinidamente nossa prudência. E por mais que estudemos, experimentemos e analisemos, por mais que cresça a confiança, se não fizermos ato de amor, não haverá núpcias. Haverá estudo; confiança boa, mas seca; razoável, mas não amorável.

Podemos ficar neste conflito vinte anos, quarenta anos, anotando num diário a interessante evolução de nossa personalidade. Mas não haverá festa; e morreremos evoluindo. Poderemos passar a vida inteira experimentando a doutrina em cima dos enigmas da natureza; do sol, dos insetos, das glândulas, para ver se não há falha; mas como essas coisas são muitas, e breve é a vida, morreremos fazendo a última experiência. E não haverá núpcias; e nem sequer assistiremos aos seus preparativos com o milagre do pão e do vinho.

Ninguém poderá esgotar com o conhecimento o fundo da doutrina que é Pessoa, e dificilmente poderá conhecer a milésima parte da obra humana escrita sobre a doutrina, que é imensa. Seria loucura aguardar, para ulterior resolução, a leitura das obras completas de São Tomás ou dos textos patrísticos. Mal temos tempo para ler uns poucos antigos e meia dúzia de autores modernos e mal podemos compreender os textos em toda a profundidade.

Será evidentemente um grande benefício para qualquer pessoa ler com boa vontade a obra de Maritain, de Karl Adam, de Guardini, de Amoroso Lima, de Dom Vonier, de Dom Columba Marmion; seria ainda melhor ler São Tomás, Santo Agostinho, São Cipriano, Santo Inácio, Santo Irineu: seria ainda melhor ler as Sagradas Escrituras. Mas ainda melhor tudo que tudo é pedir perdão a Deus e rezar um simples Padre-Nosso pedindo para a secura da alma o socorro da Fé, da Esperança e da Caridade.

Num certo ponto de seu conhecer ganhou confiança; então precisa escolher. Ninguém ganha a Fé por um aperfeiçoamento progressivo da discriminação, nem ganha a Esperança pela ginástica metódica do nervo lúdico: essas coisas são dons de Deus, temos de pedir o que de antemão já é dado. E não basta pensar: temos de pedir falando, levando nosso corpo, nossa voz viva ao ouvido consagrado. Temos de entrar na objetividade de Deus.

Depois do encontro, em que Deus e toda a Comunhão dos Santos o ajudou, o chamou, o procurou, é a vez dele, desse ajudado, desse chamado. É sua vez de jogar, cabe-lhe agora o lance. (...) Deus nos chama e nos ajuda, mas de repente ficamos numa situação inaudita, porque nos compete responder.

Quase se pode dizer que nesse instante incrível há um silêncio de Deus. Todos os santos calam-se. Há um silêncio, uma espera, um frêmito de impaciência, em que somente ecoam, nas almas dos eleitos, os últimos gemidos inefáveis. E, subitamente sós, sós e livres, terrivelmente sós e terrivelmente livres, nós, as criaturas, você, leitor, eu, o Edmundo, fomos chamados e inundados de misericórdias; mas de repente estamos sós e livres, e temos de fazer um pequeno ato, uma insignificância, um ato de penitência, um gesto de amor, uma coisa de nada que tem a capacidade de encher um silêncio de Deus.

Gustavo Corção, A Descoberta do Outro.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A tirania totalitária do Diabo

Por Nuno Serras Pereira




"Anda tudo num grande alvoroço entretido com ninharias, comparativamente falando, que nos distraem das realidades fundamentais, dos princípios universais e absolutos que salvaguardam a eminente dignidade da pessoa humana, da família, da sociedade por aquela edificada, e do estado de direito, instrumento que esta segunda organiza para a servir, tutelando e promovendo o Bem-comum.

A guerra global - porque se trata de uma verdadeira guerra, com os seus estrategas, a sua propaganda, a desinformação, e com uma quantidade de vítimas sem precedentes na história da humanidade -, que se desencadeou contra o género humano, primeiro com a contracepção, logo com o divórcio expresso sem-culpa, em seguida com o aborto provocado, posteriormente com a procriação artificial, logo com a ideologia “gay” aliada à do género, depois com a obrigatoriedade da fraudulentamente chamada “educação” sexual nas escolas, agora com o infamemente apelidado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo e dentro em pouco com a legalização da poligamia, da poliandria e finalmente a formalização legal da pederastia, da pedofilia e da bestialidade. Parece-vos exagero? Ainda não há muito, recorrendo a uma argumentação em bastante semelhante à usada no acórdão da última decisão do Supremo tribunal dos USA, uma alemã que se sentia sexual e emocionalmente atraída por objectos reivindicou o direito a “casar” com o muro de Berlim, porque por ele se tinha apaixonado. Não, não era brincadeira. Infelizmente.

Detesto recorrer ao vocábulo “gay” para falar dos activistas que se intitulam tal. De facto, este termo era um dos mais belos da literatura inglesa até ter sido pirateado, corrompido e pervertido pelas milícias obversas. Mas já que preciso de me fazer entender a ele tenho de recorrer para combater essa malignidade asquerosa.

No boletim Infovitae tenho enviado informação bastante para que se perceba que a perseguição, que em diversos países tem sido movida contra todos os que reconhecem e promovem o casamento natural, por parte da ditadura “gay”, é tão só um ténue sinal da selvagem ferocidade totalitária que nos espera se continuarmos neste torpor languido de quem só se preocupa com o seu conforto e com o dinheiro que pode ganhar ou perder, cuidando que olhando pelos seus interesses imediatos assegurará o seu bem e o seu futuro.

Apesar de em França o pseudocasamento entre pessoas do mesmo sexo ter sido aprovado há pouco, quem contra ele se manifesta pacificamente é agredido e preso pela polícia, seja criança ou velhinho, enquanto os energúmenos que o favorecem, não obstante os actos de violência são deixados em paz. Um jovem de 23 anos é condenado a quatro meses de prisão por protestar mansamente, um presidente da câmara arrisca quatro anos de prisão por se recusar, dizendo que prefere o patíbulo a fazê-lo, a realizar pseudocasamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Nos USA o supremo tribunal federal derrubando uma parte essencial do Defense Marriage Act (DOMA) acaba de pôr todas as premissas que conduzirão inevitavelmente à admissão de um direito constitucional ao “casamento” entre “gays”. Que um dos principais propósitos desta decisão consista na destruição do casamento e consequentemente da família é abertamente confessado por alguns dos ideólogos “gays” e do género. Ora a dissolução da família é o modo mais eficaz e directo de agredir o cristianismo e a Igreja, estorvando e obscurecendo a ideia de Deus, o acesso ao Divino por parte da razão humana.

Que o por detrás e o por dentro o desta tremenda conflagração global, desta violentíssima guerra total, esteja Satanás, é por demais evidente não só pelos meios a que recorrem e os propósitos a que se determinam mas também pela terminologia própria do Anticristo. De facto, quando a sentença do supremo tribunal dos USA, redigida pelo autoproclamado “católico” Anthony M. Kennedy, acusa os defensores do casamento Natural, criado por Deus e elevado, por Jesus Cristo, à dignidade de Sacramento, de “inimigos do género humano” está pervertendo, invertendo-a, a classificação dada pela Doutrina da Igreja ao Maligno, isto é ao Diabo, “mentiroso” e “pai da mentira” aplicando-a aos fiéis seguidores da Verdade, que é Jesus Cristo.

Quando a Igreja advertiu sistematicamente para as falsidades e os perigos do marxismo, do socialismo, do comunismo e do nacional-socialismo (nazismo) foi largamente ignorada ou alvo de chacota pública. Depois dos terrores e dos pavores desses totalitarismos devastadores do século passado todos reconhecem não só que a Igreja tinha carradas de razão mas também que se tivesse sido ouvida e levada a sério se teriam evitado as tragédias colossais que dizimaram centenas de milhões de pessoas inocentes. Ontem, num certo sentido, como hoje: as multidões, inclusive imensos católicos, ignoram sobranceiramente as exortações e admoestações da Igreja respeitantes à cultura da morte, ao derrancar da família, às consequências trágicas que daí advirão.

Asnos de duas pernas! Corações de calhau! Almas enregeladas! Mentes obtusas! Não entendem o que vos espera!? Insensatos!!! Roubar-vos-ão os filhos para os perverter; destruirão os vossos casamentos; sereis levados aos tribunais e condenados como inimigos da humanidade; enrabarão os vossos maridos; furtar-lhes-ão as suas sementes para fabricarem “filhos/produzidos” para si; farão de vós barrigas de empréstimo para os levar a termo; os filhos que tiverdes serão expropriados para utilidade pública, ou seja, para satisfazer a concupiscência desordenada dos novos politburos e seus sequazes. Desde a mais tenra idade, seguindo religiosamente os novos textos sagrados de Kinsey e W. Reich, serão iniciados e adestrados na maior variedade de exercícios sexuais, com treinadores altamente experimentados nas mais diversas técnicas de excitação oral, anal e demais perversidades que lhes são características. A reprodução será tolerada, em casos devidamente licenciados, como um mal menor para alimentar a experimentação genética e o fornecimento de entes engenhados de modo a garantir o maior prazer à procura lasciva dos sórdidos devassos.

Se o pseudocasamento “gay” é considerado um direito humano e quem com ele discorda é acoimado de inimigo do género humano a perseguição cruel é inevitável, os campos de concentração necessários, o espiolhar da vida privada uma condição indispensável da nova “liberdade”, do caminho imperioso da novíssima ordem internacional (3 factos colhidos de uma cónica de Flávio Gonçalves: 1) “o governo americano (Obama) acede às nossas contas e perfis dos Google, Facebook, Skype, Apple e Youtube. 2) o orçamento de vigilância dos EUA ultrapassa os 75 mil milhões de dólares. 3) o governo dos EUA emprega 850.000 funcionários, tanto públicos como subcontratados, única e exclusivamente para reunirem e arquivarem os dados obtidos.”).

A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa que nunca aceitarão celebrar as farsas fraudulentas que distorcem e invertem o desígnio do Criador e a Vontade do Redentor perderão os benefícios fiscais até agora concedidos em virtude do trabalho e promoção do bem comum. Disso resultará um aumento da pobreza, da marginalização, um eclipse dos serviços de saúde, de orfanatos, de serviços de adopção. O estado procurará apropriar-se dessas obras directamente ou por interposta instituição aumentando o seu domínio, poder e controlo sobre os indivíduos atomizados, emurchecidos na sua condição de pessoas.

“Naturalmente” os dissidentes e hereges que hoje infestam alegre e impunemente a Igreja Católica criarão, sob a batuta de Obama, Hollande e Cameron (ou seus sucessores), um cisma semelhante ao que ocorreu em Inglaterra com Henrique VIII.

Muitos cuidarão que exagero e que isso nunca nos poderá vir a suceder. A esses respondo com as palavras do magistral P. George W. Rutler: “The surest way to persecution is to say, 'It can't happen here.'”.

Acordemos pois enquanto é tempo e ponhamos mãos à obra, mais fiados na Graça de Deus do que nas nossas forças, mas dando tudo o que podermos para com ela cooperarmos. Não esperemos que os outros digam ou façam, comecemos com o pouco que temos caminhando com a Cruz para a Verdade que é Cristo que os outros nos seguirão no caminho para Ele.

Entretanto seria muito importante que os Prelados deixassem a mania de serem misses simpatias e reaprendessem de Jesus Cristo, tal como nos é apresentado pelos Evangelhos e pela Tradição da Igreja.

E se um Papa pode dizer, com toda a razão como é evidente, que um cristão não pode ser anti-semita, também poderá afirmar imperativamente que um cristão não pode aceitar ou concordar com o aborto e a sua legalização, nem com os comportamentos homossexuais e o pseudocasamento entre pessoas do mesmo sexo.

Mas como poderão os cristãos e o resto do mundo acreditar se grande parte dos que se dizem católicos e que têm as maiores responsabilidades políticas e legislativas contradizem sistematicamente por palavras e por acções a Lei Moral Natural e os Mandamentos da Lei de Deus? Acrescendo que não são alvo de nenhuma sanção canónica, que de si, por justiça, lhes era devida, e se apresentam à Sagrada Comunhão recebendo-a de mãos episcopais e cardinalícias, e por estes são “reconhecidos” como católicos, quando não mesmo convidados a preleccionar ao povo de Deus. Há algo de muito podre nesta Igreja peregrina…

Se alguém (miraculosamente) leu até aqui, não se esqueça de não enviar, de modo nenhum, este texto a ninguém. Estes disparates não se propagam, apagam-se. Imagine lá o que é que as outras pessoas ficariam a pensar de si por divulgar esta excreção de uma mente doentia e delirante"

sábado, 29 de junho de 2013

Oração pelo Papa

Neste dia de São Pedro e São Paulo, rezemos pelo nosso Pastor:




"Ó Deus, que na vossa providência quisestes edificar a vossa Igreja sobre São Pedro, chefe dos apóstolos, fazei que o nosso papa Francisco que constituístes sucessor de Pedro, seja para o vosso povo o princípio e o fundamento visível da unidade da fé e da comunhão na caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo.

Ó Deus, que escolhestes o vosso servo Francisco sucessor do apóstolo Pedro como pastor de todo o rebanho, atendei as súplicas do vosso povo. Concedei ao que faz as vezes do Cristo na terra continuar na fé seus irmãos para que toda a Igreja se mantenha em comunhão com ele no vínculo da unidade, do amor e da paz até que, em vós, pastor das almas, cheguemos todos à verdade e à vida eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo."

terça-feira, 25 de junho de 2013

66 - Manifestantes, estão usando vocês!

Ideologia de gênero

Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz - Presidente do Pró-Vida de Anápolis

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Apresentação do Livro: Ideologia de Gênero - O neototalitarismo e a morte da família de Jorge Scala. Editora: Katechesis

" Em nossa língua poucos são os que compreendem a origem, o significado e o perigo de tal ideologia.[...] Não são poucas as vezes em que membros da hierarquia católica em nosso país fizeram uso - inadvertidamente, é claro - de termos emprestados àquela ideologia. Falar de desigualdade de gênero, opor-se à homofobia, não aceitar discriminações contra os homossexuais, dividir as pessoas em homossexuais e heterossexuais, tudo isso se encontra em escritos de zelosos pastores de almas, inocentes úteis nas mãos de uma doutrina tão perniciosa.

Como já destacara em sua obra: IPPF: a multinacional da morte,  Jorge Scala torna a advertir-nos sobre o perigo do jogo de palavras, que não é inocente, mas faz parte de um engenhoso plano tático de infiltração ideológica.

Adverte-nos o autor que não devemos de falar de gênero quando nos referimos a pessoas, mas simplesmente de sexo. Gênero é um conceito ideológico que tenta anular as diferenças e aptidões naturais de sexo.. A população se divide entre homens e mulheres, não em homossexuais e heteressexuais.    Esta última classificação é perigosa, pois tende a colocar no mesmo nível uma anormalidade (o homossexualismo) e a normalidade sexual, como se tudo fosse mera questão de legítima opção.

Não se deve falar, sem mais, que a Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: " Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação justa" (Nº 2358). O texto supôe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Eucaristia, enquanto não abandonarem seu pecado ( o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Tampouco um cristãos deve dizer que se opõe à homofobia, pois este vocábulo pejorativo foi criado para designar as discriminações justas.

O erro fundamental da ideologia de gênero, como nos ensina Jorge Scala, é a negação da natureza humana em matéria sexual. Não há, segundo tais ideologos, um homem natural nem uma mulher natural. Masculinidade e feminilidade são meras " construções sociais", que podem - ou devem - ser desconstruídas

O casamento entre um só homem e uma mulher (heterossexualidade obrigatória) é visto não como uma união natural entre dois seres complementares e fecundos, mas como mera convenção da sociedade. A família deixa de ser " santuário da vida" e passa a designar qualquer aglomerado de pessoas ( no futuro também animais?), com qualquer  tipo de comportamento sexual (incluindo a pedofilia?), orientando ou não à procriação.

A vida deixa de ser sagrada, para ser produto do encontro casual de um macho e uma fêmea da espécie humana. A promoção do aborto, portanto, é coerente com a defesa da desconstrução da família e faz parte da agenda do Gênero

O Brasil tem se destacado vergonhosamente pelo apoio maciço a essa ideologia. E isso nosso governo tem feito por todos os meios: realizando Conferencias Nacionais de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - LGBT - ; apoiando as horrendas paradas gays, produzindo material educativo(?) de combate à homofobia e distribuindo-o as crianças e adolescentes nas escolas; apoiando a " união estável" e o " casamento" entre pessoas do mesmo sexo; lutando perante a ONU e a OEA pela proibição internacional de toda discriminação (justa ou injusta) aos que praticam o vício contra a natureza.

[..] Jorge Scala conclui  com um convite à esperança, uma vez que tal ideologia, como todas as outras, está fadada à desaparição. Cabe a nós lutarmos contra ela a fim de minimizar seus danos ao ser humano, à família, à sociedade e sua ofensa à soberania de Deus.

Que Deus nos ajude!

criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criouhomem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, ...