sexta-feira, 11 de julho de 2014

São Bento- Rogai por nós!



"Com efeito, enquanto nessa escura e convulsionada época da história o cultivo da terra, o amor do trabalho e da arte, o estudo das ciências e das letras, tanto religiosas como profanas, eram lançados, por uma espécie de desdém geral e sintomático, ao abandono, dos mosteiros beneditinos sai uma plêiade luminosa de agricultores, de artistas, de sábios, que nos salvaram incólumes os monumentos da velha literatura, conciliaram os velhos e os novos povos, em guerras constantes, reduzindo-os da barbárie renascente, das correrias, do saque, à moderação da moral humana e cristã, à abnegação do trabalho, à luz da verdade; reconstituíram, enfim, uma civilização enformada nos princípios do Evangelho.

Isso, porém, não é tudo. A base, a directriz, por assim dizer, suprema de toda a vida beneditina é que todo trabalho, seja ele qual for, intelectual ou manual, seja, antes de mais, para o monge, veículo que o eleve a Jesus Cristo e centelha que o inflame no seu amor perfeitíssimo." -

Fonte: Pio XII, papa de 1939 a 1958  - Encíclica «Fulgens radiatur»

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Santa Inês, fiel.


 Santa Inês, fiel até à morte, dizia aos que pretendiam seduzi-la:

" Outro amante tomou posse de mim. Sou esposa Daquele a quem servem os anjos, cuja beleza admiram o sol e a lua, cuja Mãe é uma virgem, cujo Pai não se uniu a mulher alguma. Cercou-me  Ele os braços e o pescoço com pedras preciosas, ornou-me as orelhas com jóias inestimáveis. Uniu-se a mim com o anel de sua fidelidade, preparou-me presentes incontáveis. Ao ama-lo sou casta, ao toca-lo sou pura, ao recebe-lo sou virgem. Somente a Ele guardo fidelidade, só a Ele me entrego com todo meu coração".



Fonte: Ofício de Santa Inês - citado em As Maravilhas da Graça Divina - M. J. Sheeben.

Santo Anselmo e a felicidade em Deus.


" O gozo dos teus santos em ti será inefável, Senhor. Alegrar-se-ão quanto te tiverem amado; amar-te-ão quanto te tiverem conhecido. Realmente, olho algum viu, nem ouvido ouviu, nem coração de homem algum experimentou nesta vida o grau em que te conhecerão e amarão na outra.

Rogo-te, Senhor, possa eu conhecer-te e amar-te. para deleitar-me em ti; e já que não é na terra possível o gozo perfeito, faze que minha alegria cresça de dia a dia, até completar-se no céu. Aumenta em mim teu amor, até que céu se torne perfeito. Que minha felicidade na terra seja grande na esperança, e plena em ti, no céu.

Senhor, tu nos ordenaste, mediante teu Filho, que pedíssemos uma alegria plena e prometeste no-la conceder; suplico-te,pois, Ó Deus, fiel em tuas promessas,. concedas-me tua felicidade perfeita. Que minha alma nela medite, meus lábios a proclamem, meu coração a deseje, meu espírito lhe tenha fome, minha carne lhe sinta sede, que todo meu ser suspire por sua consecução, até que consiga entrar no gozo do meu Senhor, a quem seja dado eterno louvor, Deus uno e trino".

Fonte: Prostol. 26 MPL 158,242 - Citado em: As maravilhas da Graça divina de M.J. Scheeben.


domingo, 6 de julho de 2014

Cardeal Arinze explica sobre Pecado Mortal

Papa Pio XII à Santa Maria Goretti




Salve, ó suave e amável Santa!
Mártir na terra e Anjo no céu,
da tua glória dirige o olhar
sobre este povo que te ama,
que te venera, que te glorifica,
que te exalta.

Na tua fronte tens claro
e resplandecente
o nome vitorioso de Cristo
(Apoc 3, 12);
no teu rosto virginal
está a força do amor,
a constância da fidelidade
ao Esposo Divino;
tu és Esposa de sangue,
para reproduzir em ti a Sua imagem.

A ti,
poderosa junto do Anjo de Deus,
confiamos estes nossos filhos
e filhas aqui presentes
e todos os que estão
espiritualmente unidos a nós.

Eles admiram o teu heroísmo,
mas, muito mais, querem imitar-te
no fervor da fé e na incorruptível
pureza dos costumes.

Pais e mães recorrem a ti
para que os assistas
na sua missão educativa.

Em ti, pelas Nossas mãos,
encontram refúgio
todos os adolescentes e a juventude,
para serem protegidos
de qualquer impureza,
e poderem prosseguir
pelo caminho da vida na serenidade
e na alegria dos puros de coração.

Assim seja!"

Assim seja também para todos nós! Amen.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

São Tomé Apóstolo

Por  Bento XVI



Queridos irmãos e irmãs!

"Prosseguindo os nossos encontros com os doze Apóstolos escolhidos directamente por Jesus, hoje dedicamos a nossa atenção a Tomé. Sempre presente nas quatro listas contempladas pelo Novo Testamento, ele, nos primeiros três Evangelhos, é colocado ao lado de Mateus (cf. Mt10, 3; Mc 3, 18; Lc 6, 15), enquanto nos Actos está próximo de Filipe (cf. Act 1, 13).

 O seu nome deriva de uma raiz hebraica, ta’am, que significa “junto”, “gémeo”. De facto, o Evangelho chama-o várias vezes com o sobrenome de “Dídimo” (cf. Jo 11, 16; 20, 24; 21, 2), que em grego significa precisamente “gémeo”. Não é claro o porquê deste apelativo.Sobretudo o Quarto Evangelho oferece-nos informações que reproduzem alguns traços significativos da sua personalidade.

O primeiro refere-se à exortação, que ele fez aos outros Apóstolos, quando Jesus, num momento crítico da sua vida, decidiu ir a Betânia para ressuscitar Lázaro, aproximando-se assim perigosamente de Jerusalém (cf. Mc 10, 32). Naquela ocasião Tomé disse aos seus condiscípulos: “Vamos nós também, para morrermos com Ele” (Jo 11, 16).

Esta sua determinação em seguir o Mestre é deveras exemplar e oferece-nos um precioso ensinamento: revela a disponibilidade total a aderir a Jesus, até identificar o próprio destino com o d’Ele e querer partilhar com Ele a prova suprema da morte. De facto, o mais importante é nunca separar-se de Jesus. Por outro lado, quando os Evangelhos usam o verbo “seguir” é para significar que para onde Ele se dirige, para lá deve ir também o seu discípulo. Deste modo, a vida cristã define-se como uma vida com Jesus Cristo, uma vida a ser transcorrida juntamente com Ele. São Paulo escreve algo semelhante, quando tranquiliza os cristãos de Corinto com estas palavras: “estais no nosso coração para a vida e para a morte” (2 Cor 7, 3). O que se verifica entre o Apóstolo e os seus cristãos deve, obviamente, valer antes de tudo para a relação entre os cristãos e o próprio Jesus: morrer juntos, viver juntos, estar no seu coração como Ele está no nosso.

Uma segunda intervenção de Tomé está registada na Última Ceia. Naquela ocasião Jesus, predizendo a sua partida iminente, anuncia que vai preparar um lugar para os discípulos para que também eles estejam onde Ele estiver; e esclarece: “E, para onde Eu vou, vós sabeis o caminho” (Jo 14, 4). É então que Tomé intervém e diz: “Senhor, não sabemos para onde vais, como podemos nós saber o caminho?” (Jo 14, 5). Na realidade, com esta expressão ele coloca-se a um nível de compreensão bastante baixo; mas estas suas palavras fornecem a Jesus a ocasião para pronunciar a célebre definição: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”(Jo 14, 6). Portanto, Tomé é o primeiro a quem é feita esta revelação, mas ela é válida também para todos nós e para sempre. Todas as vezes que ouvimos ou lemos estas palavras, podemos colocar-nos com o pensamento ao lado de Tomé e imaginar que o Senhor fala também connosco como falou com ele.

Ao mesmo tempo, a sua pergunta confere também a nós o direito, por assim dizer, de pedir explicações a Jesus. Com frequência nós não o compreendemos. Temos a coragem para dizer: não te compreendo, Senhor, ouve-me, ajuda-me a compreender. Desta forma, com esta franqueza que é o verdadeiro modo de rezar, de falar com Jesus, exprimimos a insuficiência da nossa capacidade de compreender, ao mesmo tempo colocamo-nos na atitude confiante de quem espera luz e força de quem é capaz de as doar.

Depois, muito conhecida e até proverbial é a cena de Tomé incrédulo, que aconteceu oito dias depois da Páscoa. Num primeiro momento, ele não tinha acreditado em Jesus que apareceu na sua ausência, e dissera: “Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito” (Jo 20, 25). No fundo, destas palavras sobressai a convicção de que Jesus já é reconhecível não tanto pelo rosto quanto pelas chagas. Tomé considera que os sinais qualificadores da identidade de Jesus são agora sobretudo as chagas, nas quais se revela até que ponto Ele nos amou. Nisto o Apóstolo não se engana. Como sabemos, oito dias depois Jesus aparece no meio dos seus discípulos, e desta vez Tomé está presente. E Jesus interpela-o: “Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!” (Jo 20, 27). Tomé reage com a profissão de fé mais maravilhosa de todo o Novo Testamento: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20, 28). A este propósito, Santo Agostinho comenta: "Tomé via e tocava o homem, mas confessava a sua fé em Deus, que não via nem tocava. Mas o que via e tocava levava-o a crer naquilo de que até àquele momento tinha duvidado” (In Iohann. 121, 5).

O evangelista prossegue com uma última palavra de Jesus a Tomé: “Porque me viste, acreditaste. Felizes os que, sem terem visto, crerão” (cf. Jo 20, 29). Esta frase também se pode conjugar no presente; “Bem-aventurados os que crêem sem terem visto”.Contudo, aqui Jesus enuncia um princípio fundamental para os cristãos que virão depois de Tomé, portanto para todos nós. É interessante observar como o grande teólogo medieval Tomás de Aquino, compara com esta fórmula de bem-aventurança aquela aparentemente oposta citada por Lucas: “Felizes os olhos que vêem o que estais a ver” (Lc 10, 23). Mas o Aquinate comenta: “Merece muito mais quem crê sem ver do que quem crê porque vê” (In Johann. XX lectio VI 2566).

De facto, a Carta aos Hebreus, recordando toda a série dos antigos Patriarcas bíblicos, que acreditaram em Deus sem ver o cumprimento das suas promessas, define a fé como “fundamento das coisas que se esperam e comprovação das que não se vêem” (11, 1). O caso do Apóstolo Tomé é importante para nós pelo menos por três motivos: primeiro, porque nos conforta nas nossas inseguranças; segundo porque nos demonstra que qualquer dúvida pode levar a um êxito luminoso além de qualquer incerteza; e por fim, porque as palavras dirigidas a ele por Jesus nos recordam o verdadeiro sentido da fé madura e nos encorajam a prosseguir, apesar das dificuldades, pelo nosso caminho de adesão a Ele.

Uma última anotação sobre Tomé é-nos conservada no Quarto Evangelho, que o apresenta como testemunha do Ressuscitado no momento seguinte à pesca milagrosa no Lago de Tiberíades (cf. Jo 21, 2). Naquela ocasião ele é mencionado inclusivamente logo depois de Simão Pedro: sinal evidente da grande importância de que gozava no âmbito das primeiras comunidades cristãs. Com efeito, em seu nome foram escritos depois os Actos e o Evangelho de Tomé, ambos apócrifos [isto é, falsos] mas contudo importantes para o estudo das origens cristãs. Por fim recordamos que segundo uma antiga tradição, Tomé evangelizou primeiro a Síria e a Pérsia (assim refere já Orígenes, citado por Eusébio de Cesareia, Hist. eccl. 3, 1) depois foi até à Índia ocidental (cf. Actos de Tomé 1-2 e 17ss.), de onde enfim alcançou também a Índia meridional. Nesta perspectiva missionária terminamos a nossa reflexão, expressando votos de que o exemplo de Tomé corrobore cada vez mais a nossa fé em Jesus Cristo, nosso Senhor e nosso Deus.



segunda-feira, 30 de junho de 2014

Encíclica Divinis Redemptoris - Comunismo Ateu

Por Sua Santidade Papa Pio XI




"A promessa dum Redentor divino ilumina a primeira página da história da humanidade; e assim a firmíssima esperança de melhores dias, assim como suavizou a dor causada pela perda do paraíso de delícias, assim foi acompanhando os homens através do seu caminho de amarguras e inquietações, até que enfim, quando chegou a plenitude do tempo, o nosso Salvador, vindo à terra, cumulou as ânsias dessa tão longa expectação da humanidade e inaugurou para todos os povos uma nova civilização cristã, que vence e quase imensamente supera a que algumas nações mais privilegiadas atingiram, à custa dos maiores esforços e trabalhos.

 Depois da miserável queda de Adão, como conseqüência dessa mácula hereditária, começou a travar-se o duro combate da virtude contra os estímulos dos vícios; e jamais cessou aquele antigo e astuto tentador de enganar a sociedade com promessas falazes. É por isso que, pelos séculos afora, as perturbações se têm sucedido umas às outras até à revolução dos nossos dias, a qual ou já surge furiosa ou pavorosamente ameaçada atear-se em todo o universo e parece ultrapassar em violência e amplitude todas as perseguições que a Igreja tem padecido; a tal ponto que povos inteiros correm perigo de recair em barbárie, muito mais horrorosa do que aquela em que jazia a maior parte do mundo antes da vinda do divino Redentor.

 Vós, sem dúvida, Veneráveis Irmãos, já percebestes de que perigo ameaçador falamos: é do comunismo, denominado bolchevista e ateu, que se propõe como fim peculiar revolucionar radicalmente a ordem social e subverter os próprios fundamentos da civilização cristã.

I - ATITUDE DA IGREJA PERANTE O COMUNISMO
CONDENAÇÕES ANTERIORES

Mas diante destas ameaçadoras tentativas, não podia calar-se nem de fato se calou a Igreja Católica. Não se calou esta Sé Apostólica, que muito bem conhece que tem por missão peculiar defender a verdade, a justiça e todos os bens imortais, que o comunismo despreza e impugna. Já desde os tempos em que certas classes de eruditos pretenderam libertar a civilização e cultura humanística dos laços da religião e da moral, os Nossos Predecessores julgaram que era seu dever chamar a atenção do mundo, em termos bem explícitos, para as conseqüências da descristianização da sociedade humana.

 E pelo que diz respeito aos erros dos comunistas, já em 1846, o Nosso Predecessor de feliz memória, Pio IX, os condenou solenemente, e confirmou depois essa condenação no Sílabo. São estas as palavras que emprega na Encíclica Qui pluribus: “Para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 9 de novembro de 1846: Acta Pii IX, vol. I, pág. 13. Cf. Sílabo, IV: A.A.S., vol. III, pág. 170).

Mais tarde, outro Predecessor Nosso de imortal memória, Leão XIII, na sua Encíclica Quod Apostolici muneris (28 de dezembro de 1878: Acta Leonis XIII, vol. I, pág. 40), assim descreveu distinta e expressamente esses mesmos erros: “Peste mortífera, que invade a medula da sociedade humana e a conduz a um perigo extremo”; e com a clarividência do seu espírito luminoso demonstrou que o movimento precipitado das multidões para a impiedade do ateísmo, numa época em que tanto se exaltavam os progressos da técnica, tivera origem nos desvarios duma filosofia que de há muito porfia por separar a ciência e a vida da fé da Igreja.

Continue lendo AQUI - Vale a Pena!

Constituição Benedictus Deus


Por  Bento XII



.
Por esta constituição, que permanecerá perpetuamente em vigência, Nós, com apostólica autoridade, definimos:
.
Que, conforme a disposição geral de Deus, as almas de todos os santos que partiram deste mundo antes da paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, assim como as dos santos apóstolos, mártires, confessores, virgens e dos outros fiéis que morreram após o recebimento do santo batismo de Cristo – dado que não tinham necessidade de serem purificadas ao morreram, ou não há de ser quando no futuro morrerem, ou se, então, nelas tiver havido algo a purificar e tiverem sido purificadas após a morte – e as almas das crianças renascidas pelo mesmo batismo de Cristo e das que serão quando forem batizadas, e morreram antes do uso do livre-arbítrio, logo depois de sua morte e da purificação mencionada aos que precisavam de tal purificação, mesmo antes de reassumir os seus corpos e antes do juízo universal, após a ascensão ao céu de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, estiveram, estão e estarão no céu, no reino dos céus e no paraíso celeste, com Cristo, junto da companhia dos santos Anjos.

 E que depois da paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo viram e vêem a essência divina com uma visão intuitiva e até face a face – sem a mediação de qualquer criatura como objeto de visão, mas a essência divina se revela a eles de forma imediata, desnuda, clara e manifesta –; e que aqueles que vêem assim, gozam plenamente da mesma essência divina, e, dessa forma, por essa visão e fruição, as almas daqueles que já morreram são verdadeiramente bem-aventuradas e possuem a vida e o descanço eterno, como também as dos que mais tarde hão de morrer verão a essência divina e gozarão dela antes do juízo universal; e que esta visão da essência divina a sua fruição fazem cessar nessas almas os atos de fé e de esperança, uma vez que a fé e a esperança são propriamente virtudes teologais; e, depois que esta visão intuitiva face a face e esta fruição teve e tiver nelas início, esta visão e fruição – sem qualquer interrupção ou privação desta visão e fruição –, permanecem ininterruptos e hão de assim continuar até o juízo final e, a partir dele, por toda a eternidade.
.
Definimos também que, de acordo com a geral disposição de Deus, as almas daqueles que morrem em pecado mortal atual, logo depois de sua morte descem ao inferno, onde com as penas infernais são atormentadas, e que, todavia, no dia do juízo, todos os homens hão de comparecer “diante do tribunal de Cristo” com os seus corpos para prestar contas de suas ações, “para que cada um receba o que lhe toca segundo o que fez quando estava no corpo, seja de bem ou de mal” (II Cor. V, 10).
.
Decretado no 29º dia de janeiro, do ano de Nosso Senhor de 1336, segundo de nosso pontificado.
Bento PP. XII
.
[Traduzido por Marcos Vinicius Mattke]